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de 10 Junho de 2006 em Pombal (7ª participação)
Marchas
Populares da Freguesia de Vermoil 2006
Letra e música de Nel Monteiro
Coreografia e Ensaios de Jacinto
Madrinha: Cristina Neves Mota
Padrinho: Ilidio Manuel Mota
84 marchantes e 8 musicos
“A LENDA DO MOURO AL PALOMAR”
I
Santo António de Pombal
Meu santo de encantos mil
Protegei de todo o mal
As moças de Vermoil
II
Livrai-as d'ir ao castelo
Depois do dia acabar
Senão perdem o mais belo
Com o mouro Al Pal Omar
III
Quem seu encanto quebrar
Ai meninas será o fim
Vai deixar-se enfeitiçar
Com a voz que canta assim
IV
Ai menina vem ter comigo
Vem meu encanto quebrar
Sou um mouro teu amigo
Que te quer p'ra namorar
Refrão
Venham daí cavaleiros
E Arcanjo São Miguel
Este Mouro sedutor
Vai ter um amargo fel
Vai ter que enfrentar a morte
Vai ser duro este duelo
Por cima do seu cadáver
Montaremos um castelo.
V
Santo António de Pombal
Nosso Santo Milagreiro
Livrai-nos de todo o mal
No nosso concelho inteiro.
VI
Protegei nossas lavouras
Dai a paz em cada lar
Livrai as moças casadouras
Desse mouro Al Pal Omar.
VII
Vermoil vamos marchar
Sem medos no coração
Tenho novas para vos dar
O mouro tem nova canção.
VIII
Ai menina vem ter comigo
Palácios te quero dar
Juro ser teu fiel amigo
Juramento D' Al Pal Ornar
( Refrão)
Actuações:
10 de Junho às 21h em Pombal;
23 de Junho às 21h30m em Vermoil;
24 de Junho às 21h na Ortigosa;
25 de Junho às 20h em Amor.
A
sua denominação de origem não
era Sociedade Filarmónica Vermoilense, mas só Filarmónica
Vermoilense. Só a partir de Julho de 1963, e
na Festa do Bodo de Pombal, e que a Filarmónica
passa a ser legendada com o seu nome actual. (...)
a titulo de curiosidade, tinha um professor/ maestro
que se deslocava a Pombal, montado a cavalo. De seu
nome, Apolinio Cardoso, foi o primeiro regente da Filarmónica.(...)
O primeiro serviço efectuado pela Sociedade
Filarmónica de Vermoilense foi em 22 de Julho
de 1894, aquando da celebração da missa
nova do senhor Padre Antonio José Rodrigues.
Na primeira apresentação pública,
a Filarmónica continha 21 elementos, cada um
deles tinha comparticipado com 17 mil reis para a aquisição
de instrumentos. Contudo, definiram que por qualquer
motivo abandonasse a Filarmónica, não
poderiam levar o seu instrumento, estes seriam propriedade
da colectividade.
A instituição passou por muitos altos e baixos,
a 21 de Março de 1970, falece o presidente da Filarmónica
senhor Manuel da Silva Branco e sua esposa manda uma carta ao
tesoureiro da colectividade para pagamento de dividas no valor
de dezassete mil escudos, ficando desta forma a Filarmónica
sem dinheiro para a sua reactivação.
Todavia, as pessoas da freguesia de Vermoil não baixaram
os braços e marcam uma reunião na Junta de Freguesia
para a sua reactivação. Neste encontro, ficou deliberado
que os antigos filarmónicos se comprometem a prestar colaboração
durante um período de dois anos. Alguns dos seus antigos
sócios ofereceram cinco mil escudos, sem juros, amortizáveis
de uma só vez ou em prestações, durante
o prazo de três anos, com vista a aquisição
de instrumentos, de um fardamento novo, escola de música
e estandarte.
Inicia-se assim um segundo cicio que nos leva aos dias de hoje.
Sendo-lhe concedido o estatuto de utilidade publica em 21 de
Outubro de 1997.
A evolução tem sido lenta mas continua, após
113 anos de existência, a Sociedade Filarmónica
Vermoilense e constituída por 48 elementos, um instrumental
praticamente novo, apesar de incompleto, e uma escola de musica
que ultima mente tem denotado uma evolução a todos
os níveis. A escola de musica foi profundamente reestruturada
a partir do ano de 2000, contemplando actualmente 70 alunos,
11 professores, com formação superior.
(texto publicado
n' O Correio de Pombal de 26 Outubro 2006)
A Sociedade Filarmónica Vermoilense foi fundada nos em
19 de Novembro de 1893, tendo como fundadores João dos
Santos e António Rodrigues, residentes em Pisão,
local onde tudo começou...
Não foi fácil um projecto desta envergadura arrancar
no meio de fracos recursos como era Vermoil na época.
Inicialmente esta instituição, sem sede, recorria
a vários locais para ensaiar, muita das vezes nas residências
dos músicos. No entanto, com todas as dificuldades inerentes
existia uma escola de música que formava novos aprendizes.
Tal como a maioria das associações, a Sociedade
Filarmónica Vermoilense teve os seus momentos altos e
baixos. Em 1965, esta instituição com 72 anos de
existência teve o pior acontecimento da sua história,
devido a um incêndio que praticamente destruiu todo o seu
espólio. Contudo, a direcção não
esmoreceu, e com alguns apoios foi possível retomar a
sua actividade em Janeiro de 1979.
Inicia-se assim um segundo cicio que nos leva até aos
dias de hoje. Construiu-se uma sede que proporcionou condições
a valorização social e cultural para todos aqueles
que nela participam.
A evolução tem sido lenta mas continua. Após
113 anos de existência, actualmente a Sociedade Filarmónica
Vermoilense possui 52 elementos e instrumental praticamente novo
apesar de incompleto.
De índole pedagógico, conta com uma escola de música
que foi profunda mente reestruturada há seis anos, tendo
como principais objectivos uma metodologia de ensino virada para
a criança, um ensino generalizado e outro vocacional.
Actualmente conta com 60 alunos e 13 professores com formação
superior.
Durante muitas décadas, a Sociedade Filarmónica
Vermoilense cingiu-se a tocar em festas e arraiais de zonas próximas.
Com o seu crescimento e dinamismo, tem vindo a alterar essa norma,
participando e organizando regularmente outros géneros
de espectáculos.
Varias foram as distinções pelas quais a Sociedade
Filarmónica Vermoilense foi agraciada, destacando-se a
medalha de Prata pelos Serviços prestados a comunidade,
atribulada pela Câmara Municipal de Pombal, e ainda em
21 de Outubro de 1997 foi concedido o estatuto de utilidade pública.
(texto publicado
n' O Correio de Pombal de 21 Setembro 2006)
Na
participação dos Festejos de Matos da Ranha
em 6 de Agosto 2006
Sede
da Colectividade
Balanço
da 1ª Participação da Banda da Sociedade
Filarmónica Vermoilense
no I Concurso Internacional de Bandas do Ateneu Artístico
Vilafranquense
Decorreu no passado fim-de-semana, entre 28 de Abril e 1 de Maio,
o I Concurso Internacional de Bandas organizado pelo Ateneu
Artístico Vilafranquense, o qual teve a honrosa presença
da Banda da Sociedade Filarmónica Vermoilense. Tratou-se
de um concurso que contou com a participação
de 37 Bandas, sendo 34 de Portugal Continental, 2 de Espanha
e 1 Itália, nele se destacaram Bandas como a Banda
Marcial de Fermentelos, a Sociedade Imparcial 15 de Janeiro
de 1898 (Alcochete), a Orquestra de Sopros da Academia de
Música de Castelo de Paiva entre outras. Este evento
cultural, na abertura, teve as honras da Banda Sinfónica
da GNR e no encerramento, a Orquestra Ligeira do Exército.
As Bandas concorreram a este concurso em 3 níveis de dificuldade
(1º, 2º e 3º por ordem de dificuldade) e ainda,
por opção, a um 4º nível respeitante à categoria
da Tauromaquia. Para cada nível era exigido a execução
de 3 obras: a obra de aquecimento, a obra obrigatória
e a obra livre. O Júri, composto por 5 elementos oriundos
de Itália, Áustria, Holanda e Suiça, avaliava
a execução das peças nos seguintes parâmetros:
Interpretação, Escolha de Reportório, Sonoridade,
técnica e dinâmica.
O Distrito de Leiria teve a participar no presente concurso 9
Bandas. Contudo, o concelho de Pombal foi apenas representado
pela participação da Banda da Sociedade Filarmónica
Vermoilense dirigida pelo seu Maestro Paulo Alexandre de Jesus
Clemente.
A Banda da Sociedade Filarmónica Vermoilense concorreu
ao nível 2 ( nível com mais participantes-16 Bandas)
e executou as obras “The High School Cadets”, “Triunfo” e “Into
The Raging River” e obteve a excelente pontuação
de 82,9 valores(destaque para as excelentes classificações
em interpretação e escolha de reportório)
naquela que foi a sua 1º participação de sempre
em concursos de Bandas Filarmónicas.
Ainda a realçar, o facto de se tratar da Banda mais jovem
a participar neste concurso, aspecto que torna ainda mais especial
e gratificante, o resultado alcançado. O Maestro, Sr.
Paulo Clemente, o grande obreiro deste feito inédito para
esta Banda centenária, considera esta participação
o pontapé de saída para competir em mais concursos,
pois o resultado obtido é manifestamente positivo e não
pode cair no esquecimento. Os 1ºs classificados foram: nível
1- Sociedade Imparcial 15 de Janeiro de 1898(Alcochete); nível
2-Banda da Sociedade Filarmónica União Arrentelense;
nível 3-Sociedade Filarmónica Boa União
Montelavarense e Tauromaquia- Sociedade Imparcial 15 de Janeiro
de 1898(Alcochete).
Apraz à direcção da Sociedade Filarmónica
Vermoilense, agradecer e louvar o empenho, o esforço e
a dedicação dos músicos e do maestro nesta
maratona. Consideramos que estão de parabéns pelos
resultados obtidos, pois, um grupo tão unido como o desta
banda, que não contou com quaisquer músicos não
residentes, só pode estar feliz com o seu resultado. Cremos
que na 1ª participação da sua História
num concurso de bandas e em concomitância a única
a representar o concelho, alicerçados no resultado obtido,
podemos concluir que esta banda deu um importante contributo
para a promoção da sua imagem e do seu concelho.
Centro
Social Júlio Antunes
Com
as valências de Apoio Domiciliário, Centro
de Dia e Centro de Convívio
Tel e Fax: 236 942 248
Associação
de Vizinhos e Amigos dos Matos da Ranha